Diário de Moscovo (dia 0) : As rotinas todas ao lado
Hoje o
dia foi atípico, muito atípico para os nossos hábitos enquanto equipa que
precisa de está habituada a outros sonos e a outra alimentação (...). Por
exemplo, uma das voluntárias fez questão de fazer tocar uma música no seu
telemóvel, infelizmente em brasileiro, o que ao ter do meu lado a explicação de
que aquilo era português do Brasil, rapidamente foi ressalvado com o toque do
hino nacional. (...). Depois quebrei o clima e falei-lhe dos Jogos da Lusofonia…e
mudou-se de assunto. O Eduardo Gonçalves acabaria “raptado” por um russo
motorista e uma russa voluntária, enquanto os restantes secaram à espera do “Big
Bus”, que nos devolveria aos hóteis oficiais… Artigo completo aqui
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