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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Diário de Moscovo (dias 10 e 11): O regresso à terra quente

Por momentos julguei até que me viessem buscar, depois de uma última crónica escrita que, confesso, estava particularmente incisiva, muito mais do que é habitual no Atleta-Digital, um portal que se dedica ao atletismo e onde as polémicas são muito mais reduzidas que noutros desportos (...) Ela baixou o preço, fez quase o pino, quase me pediu em casamento e na contra-proposta final, conseguimos então chegar a um acordo justo (…) Os prémios seriam atribuídos pelo velocista Yohan Blake, atleta jamaicano que em Moscovo integrou variadas ações de promoção da modalidade.


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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Diário de Moscovo (dia 5): A cidade do tráfego e das colinas

A existir um Deus da criação, terá ele pensado no número 7 para erguer colinas e pensar que estas possam ser a condição máxima para se ser uma grande cidade deste Mundo? (...) Esta cultura militar tem séculos de história, desde as invasões napoleónicas, à II Grande Guerra Mundial, com a Rússia a dar a volta por cima quase sempre (...) . E em conversa com António Simões, do jornal A Bola, julgo que percebemos claramente o objetivo que a Organização pretende com esta questão: conhecer, despender e cultivar a imagem russa pelos próximos

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Diário de Moscovo (dia 4): A mascote que ainda não é Berlino

Este Mundial está a ser fustigado pela falta de presenças na bancada, um fator de queixa de muitos atletas que têm visto neste Mundial de Ar Livre uma autêntica frustração competitiva (...) Ora sem emoção não há ídolos em aparecimento constante, porque a noção de ídolo passa exatamente pela capacidade de ser encorajador de algo ou de alguém (...)  Em Berlim, foi Bolt quem potenciou a mascote, de seu nome Berlino, desta vez Bolt nem olhou para a mascote.

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Diário de Moscovo (dia 3): As 24 horas de Moscovo

Hoje quero-vos falar das facilidades que têm existido e uma delas é a frequente indicação, em lojas, de abertura 24 horas por dia (...) ! É um problema que vamos resolver do pior jeito, pelas poucas horas de sono, que nos irão mudar automaticamente de fuso numa só levada (...) E por falar em economia, junto ao hotel, a cerca de 300 metros, passa uma linha de comboio.

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domingo, 11 de agosto de 2013

Diário de Moscovo (dia 2) : Luzhniki é cofre bem guardado

Hoje posso afirmar que estamos perante as condições de segurança mais elevadas de que tenho memória destes cinco anos de eventos internacionais (...) Mas aqui aparecerem ainda os raio-x e no caso de ontem deu ainda para sermos levados a uma carrinha dos serviços de inteligência para verificarem se as câmaras fotográficas não constituíam perigo à vinda de Putin ao Estádio Luzhniki (...) E para terminar, imaginem qual foi a reação quando vi dois polícias a cavalo, numa zona “defensiva”, a conversarem alegremente…e perguntei se lhes poderia tirar uma fotografia

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sábado, 10 de agosto de 2013

Diário de Moscovo (dia 1) : O Putin que me parou

O título é um daqueles trocadilhos que podemos fazer em dias em que um ser maior se antecipa ao Murphy (....) Será possível que esta festa toda culmine num fogo de artifício que a maioria viu no ecrã do estádio, com ele a acontecer mesmo ao lado? (...) E no final, passado meia-hora de seca monumental, as passagens subitamente abriram…sem que Putin saísse…Não é nada que um ser humano possa compreender…(...) Antes de chegar ao hotel foi tempo de passar numa conhecida loja de sandes, comprar alguns produtos para termos pelo hotel e vir até ao quarto, para recuperar trabalho perdido.

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Diário de Moscovo (dia 0) : As rotinas todas ao lado

Hoje o dia foi atípico, muito atípico para os nossos hábitos enquanto equipa que precisa de está habituada a outros sonos e a outra alimentação (...). Por exemplo, uma das voluntárias fez questão de fazer tocar uma música no seu telemóvel, infelizmente em brasileiro, o que ao ter do meu lado a explicação de que aquilo era português do Brasil, rapidamente foi ressalvado com o toque do hino nacional. (...). Depois quebrei o clima e falei-lhe dos Jogos da Lusofonia…e mudou-se de assunto. O Eduardo Gonçalves acabaria “raptado” por um russo motorista e uma russa voluntária, enquanto os restantes secaram à espera do “Big Bus”, que nos devolveria aos hóteis oficiais…

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Começou a operação especial em Moscovo

Ausente, não por férias, mas por excesso de trabalho, estou aqui finalmente a começar a minha odisseia por Moscovo. E o primeiro diário está escrito. Valerá a pena escrever mais do que já escrevi no diário que manteremos no Atleta-Digital?

Deixo apenas os detalhes da viagem:
- Partida a 8 e regresso a 20 (via Madrid);
- 12 atletas portugueses para acompanhar;
- Muitas horas no trânsito infernal de Moscovo;
- Muitas horas de atletismo no Estádio Olímpico de Moscovo;

O hotel está bem localizado, em termos da mobilidade, é confortável e num sítio bastante sossegado. Excelente escolha...

Agora sim, link para o Diário -1 : Aqui está ele...